Cada empresa da indústria automobilística elabora sua estratégia a partir do modo como a empresa compreende o mercado e traduz isto em objetivos e em formas de alcançá-los.
E este modo de “enxergar” o mercado se alterna de empresa para empresa, segundo as mudanças nos fatores sistêmicos e estruturais, a exemplo dos fatos relevantes na década de 90, como a abertura de mercado, a evolução do imposto de importação, o incentivo de impostos para carros populares, a estabilização monetária e a desvalorização do câmbio em 1999.
A Fiat, por exemplo, adotou a estratégia de vender mais barato e se concentrar em carros populares para conquistar fatias de mercado. A Ford procurou reforçar o nome das marcas e fortalecer a identidade do grupo, para responder à queda de participação do mercado nos últimos anos.
A Volkswagen buscou reduzir custos, através da interligação de sistemas com fornecedores, e cativar pela marca, relacionando à qualidade. No entanto, perdeu mercado pela falta de competitividade em preços no segmento de carros populares.
A GM apostou no marketing da segmentação da marca, aproveitando sua vantagem de obter o melhor mix de produtos e buscando a liderança por segmentação, que lhe garantiu a perda de somente 3% com a abertura de mercado.
Todas as montadoras mudaram sua estratégia para a América Latina depois da desvalorização do real em 1999, em função da redução de custos em dólares no Brasil, que incentivou a transferência das indústrias dos países vizinhos da América Latina para o Brasil.
sábado, 22 de maio de 2010
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Olá..
ResponderExcluirAdriano..Primeiramente parabéns pela postagens,são curiosidades muito boas, no mais achei esta postagem sobre estratégias de mercado muito interessante..O mercado automobilistíco sem duvida é o que mais tem inovado no ambito comercial..
Muito legal..