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sábado, 22 de maio de 2010

O Modelo das Lojas Pernambucanas.

Há quase um século atuando no mercado varejista brasileiro, as Casas Pernambucanas são reconhecidas em todo o País por sua tradição, solidez e dinamismo. Hoje, está presente em sete Estados brasileiros e em um escritório central com sede na cidade de São Paulo. Com 12 mil colaboradores, a Pernambucanas acredita que o melhor da empresa é a sua gente. Logo, busca profissionais talentosos, determinados, empreendedores e altamente interessados em aprimorar seus conhecimentos e em desenvolver sua carreira.
A rede de lojas, então, atinge a marca de 200 unidades em diversas cidades do país. E nos anos 20 a empresa inaugura a fábrica de Rio Tinto (PB) e lança seu “manual de procedimentos”.
Na década de 1930, a fazendas de Marca Olho, que não desbotam e não encolhem, e as camisas Lunfor eram artigos escolhidos pelos consumidores exigentes. Em seguida, nos anos 40, para atrair clientes de forma simpática, as filiais da rede colocaram diante das fachadas o boneco Grillo, um policial de madeira que apontava para a entrada do estabelecimento, indicando que aquele era um lugar confiável.
Com mais de 400 filiais pelo Brasil, Pernambucanas exibe filmes gratuitamente para a população, levando películas e projetores a bairros e cidades onde não havia cinemas.
Na década de 60 é lançado na TV o filme publicitário que entrou para a história: “Quem bate? É o frio. Não adianta bater, eu não deixo você entrar. Seguindo a nova tendência do comércio, a Pernambucanas integra suas lojas aos recém-inaugurados shoppings centers, como o Iguatemi, em São Paulo. Assim, a Casas Pernambucanas torna-se a maior rede de lojas do Brasil.
Nos anos 70, a Pernambucanas entra no mercado de confecções para homens, mulheres e crianças. Para a divulgação, é organizada uma grande campanha publicitária, na qual pára-quedas literalmente invadiam as lojas. Primeiro em Bandeirantes, Apucarana e Nova Esperança - PR, depois em toda a rede é iniciada a comercialização de eletroeletrônicos. Além disso, são admitidas a s primeiras mulheres no quadro de vendedores das lojas, sendo que antes, só trabalhavam no caixa, na contabilidade e administração.
Na década de 90, Pernambucanas inicia a informatização das suas lojas, acompanhando a revolução digital. Ela adota cartões magnéticos, fitas cassetes, etiquetas de controle e códigos de barras.

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