Muitas organizações ainda não entenderam a necessidade vital de elaborar o planejamento estratégico da organização. Significa identificar um método, discutir, chegar a um consenso, escrever, divulgar e criar mecanismos para implementar, controlar e avaliar permanentemente, em tempo real.
Planejar estrategicamente é escolher os caminhos a serem percorridos pela organização a caminho do futuro. E identificar o que deve ser feito hoje para as incertezas do amanhã. É interpretar ocorrências a fim de poder projetar tendências. E para conseguir pensar estrategicamente a organização deve refletir sobre a relação entre: passado, presente e futuro.
A fim de projetar tendências para o futuro, devemos entender que essas tendências são “efeitos” de “causas” que já estão ocorrendo no presente. Projetar tendências em um negócio significa estabelecer “hipóteses” sobre o negócio, sobre a missão da organização e sobre o ambiente interno e externo que ela convive. E isso só é possível que conseguirmos monitorar em tempo real as ocorrências que acontecem no mercado, que são sintetizadas por fatores como, Concorrentes , Percepção de consumo e trocas e os Fatores Ambientais, caracterizados pelos cenários que estamos sujeitos . Esse monitoramento permanente é que nos permite criar e administrar, adequadamente, os 4 P’s (Produto – Preço – Praça – Promoção), somado a estrutura e conjuntura organizacional.
Consciente nossa limitação de registro mental não nos permite fazê-lo apenas com uso da mente este fato nos posibilita a recorrer à tecnologia de banco de dados ou seja tecnologias, a fim de registro desses fatos significativos para o nosso aprendizado sobre o mercado e sobre os nossos clientes. O imediatismo e a rapidez na hora de tomar decisões para driblar a concorrência, que nortearam o comportamento executivo nos anos 90, não parecem mais ser quesitos fundamentais para as companhias brasileiras. No início do século 21, o foco apenas em resultados já não é a prioridade número um nas competências desejáveis para um líder. A visão estratégica e a capacidade de desenhar cenários de longo prazo ganharam uma nova dimensão em seu perfil e hoje são mais requisitadas.
Nos anos 90, com a abertura de mercado, as empresas demandavam dos executivos muito mais foco em resultados, pois queriam reposicionar o negócio,ou seja “crescer”
Outros atributos, entretanto, passaram a ganhar destaque na lista de competências registrada depois de 2000, como a gestão de pessoas.
Se antes apreciava-se apenas a capacidade do líder em inspirar os outros a fazer algo, hoje espera-se que ele tenha disposição de desenvolver o seu time no longo prazo.
Diante disto pode-se afirmar que uma característica, que nunca deverá cair em desuso no mundo corporativo tão cedo é a "capacidade de aprender, reciclar-se e quebrar paradigmas". Saber promover mudanças em seu próprio perfil é tão importante como transformar um negócio.
Dada importância do conhecimento para as organizações e a necessidade de ampliar estudos relativos às ações que impactam na competitividade das empresas.
sábado, 22 de maio de 2010
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NOSSA MUITO LEGAL SABER DAS CONQUISTAS DESTAS EMPRESAS....
ResponderExcluirè meu caro filho fizemos o maior trabalho da faculdade, mas o que importa é que conseguimos ser transparentes e apresentamos muito bem, abraços.
ResponderExcluirBoa tarde
ResponderExcluirAdriano..td bem por ai.. Olha gostaria de dizer que ficou muito bom esta explanação sobre Planejamento Estratégico, gostaria de ter visto a apresentação do trabalho todo... mais não foi possivel como tinhamos conversado...Muito bom.. Parabéns a todos vocês.. e se precisar.. E só chamar ok...
Abraços..
Profº Carlinhos - Bauru - S.P